De vento em popa
Ora com pressa,
Ora sem querer fazer nada!
Vêm nascimentos, casamentos, nascimentos e falecimentos
Tudo vem e vai
E, no coração, continuamos com a alegria de quando éramos crianças e brincámos com o vento, pela janela aberta do carro.
Incrível não conseguir parar,
Encarar a rotina, as novidades,
Frustações e felicidades.
Encontrar as pessoas, se aproximar, se preocupar, fazer o que sentimos no coração:
Esforço para trazer alegria
Esforço para entender o outro lado, a visão e os sentimentos da outra pessoa,
Esforço para sair e superar os próprios limites que o ego coloca
E se jogar no infinito desconhecido do dia a dia.
Na felicidade de transformar a mesmice em uma aventura diária.
Luciane Silvia Martins Bailer
12/04/2024

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